
Botecos sujos, vida noturna, páginas policiais, boemia, dor de cotovelo e o vazio dos dias são os ingredientes que compõem e formatam meu som que é predominantemente autoral e independente. Sou completamente obcecado por nossa miséria existencial, nossas idiossincrasias e incongruências. Comecei a estudar música aos doze anos, fiz um ano de violão clássico, um ano e meio de popular e cinco anos de guitarra elétrica. Aos 15, tive meu primeiro contato com o canto em uma banda de colégio e resolvi me aprofundar no assunto passando por diversos conservatórios e professores particulares.
Fui vocalista e fundador das bandas Joker, Pandemonium e Voodoo Trigger. Idealizei junto com Eric Sacchetto um projeto de releituras de grandes clássicos do Rock em formato voz e violão, tive uma breve passagem como vocalista da banda Jambock, fui vocalista e letrista da banda Pandora’s Cabaret (2012 - 2024) e em 2015 gravamos o EP “Cocktails”. Fiz alguns trabalhos como artista solo: as demos “Casulo” (2004), “Diabo Scatinato” (2010), Outros Moinhos (2013), o EP “Garagem Acústica” (2015) e os álbuns de estúdio "Música Para Ninar Monstros" (2016) e Delirium Tremens (2019). Toquei guitarra em um projeto de Rock n’ Roll com Rodrigo de Sá Andrade e Luiz Raphael Dal Poggetto, fui vocalista das bandas Firewall (Classic Rock), Said Of Sound (Classic rock e música autoral) e All That Blues (clássicos do Blues). Toquei guitarra base e violão nos shows de estreia do álbum "As Irrefreáveis Flores da Vida" de Ricardo Alves (2019). Além de trilhas sonoras para desfiles de moda e palestras, toquei em casas, bares e eventos como: Woodstock Discos, Willi Willie (Bar e Arqueria), Kameron bar, Bar São Tomé, Puro Suco, Adega da Vila, Dinossauros Rockbar, B Music Bar, Café Aurora, Manifesto Rockbar, Sensorial Discos, Na Mata Café, Aldeia dos Ventos, Bar Lua Nova, Quintal Brasil, St. Johns, The Lord Black, Salvador Dalí, Santa Sede, Dona Mathilde Snooker Bar, Rock e Gol Bar, Espaço Gambalaia, Art In Hostel, Brazileria, Objetivo In Concert (Auditório EM&T), Kabul, Colégio Notre Dame, Santa Clara e Santa Marcelina. Academias de ginástica, vernissage do livro “O Homem Pássaro”, do livro "Liderança Sistêmica", trigésimo e quadragésimo aniversários da Feira da Vila Madalena, lojas como Brilha Bela, Conteúdo, Jú Lombardi, entrevista para a Rádio Web Paulistana, no programa "Viva a Voz do Artista" com Regina Papini e para o programa "Na Rede" com Aline Lee - TV Mundi.
Minhas apresentações revisitam duas décadas de carreira em formato acústico. Munido de um travel guitar, abordo meu repertório autoral de forma intimista e descontraída, aproveitando para compartilhar com o público algumas peculiaridades do meu processo criativo e histórias de bastidores. O pocket show ainda conta com versões de grandes clássicos do rock, do blues e do folk.

Delirium Tremens (2019)
Música Para Ninar Monstros (2016)
"Delirium Tremens" (2019) é meu segundo álbum de estúdio. As guitarras distorcidas e arranjos pesados marcam as músicas deste projeto e fazem um contraponto direto com o som etéreo e viajante do disco anterior, "Música Para Ninar Monstros" (2016).
Assim como nos trabalhos anteriores assino as composições, arranjos, programação das baterias, gravação das guitarras, baixos, vozes, bem como a mixagem e masterização da obra.
O álbum “Música Para Ninar Monstros” nasceu da necessidade de registrar as minhas composições mais introspectivas. Após 15 anos de caminhos tortuosos pelo mercado musical, optei mais uma vez por gravar e lançar este material de forma totalmente caseira e independente.
Escrevi, arranjei, toquei, cantei, programei, mixei e masterizei todas as faixas. A música Umbrais conta com a participação póstuma de meu pai, Arnaldo Codespoti, recitando um poema de sua autoria intitulado “Terceira Idade”. A capa do álbum foi concebida e executada pelas artistas Roberta Uiop, Paula Yida e Brenda Colautti.
Garagem Acústica (2015)
Cocktails (2015)
Gravado de forma completamente independente, este EP traz versões acústicas e embrionárias do repertório que integra o "Música para Ninar Monstros" (2016) e o "Delirium Tremens" (2019). É um pretensioso holofote sobre os malditos. O clima "noir" das noites de boemia desmedida revela um universo regido por vícios, fraquezas, incoerências e questões existenciais.
O EP está disponível nas principais plataformas de streaming (Spotify, Deezer, ITunes, Napster, etc..)
O álbum está disponível nas principais plataformas de streaming (Spotify, Deezer, ITunes, Napster, etc..). Vocal: Daniel Codespoti | Guitarras: Ruben Salas | Baixo: Thales Rocco | Bateria: Freddy Pereira | Teclado/Piano: Adriano Grineberg | Produção: Amleto Barboni | Masterização: Carlos Freitas
Álbum de Rock N’ Roll fortemente influenciado pelo Blues, mantém o tradicional clima "noir" das noites boêmias em cabarés, bares e casas noturnas.










