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Declaração de Artista

Foto de Perfil

Partindo de um princípio meio besta e extremamente limitado, vamos imaginar uma régua para medir habilidades. Em um dos extremos, temos o indicador da total falta de talento, percepção, empenho, potência e disciplina. No outro, a tão rara, almejada e invejada genialidade em sua forma mais genuína. Acredito que entre estes extremos podemos localizar a maioria esmagadora das pessoas que se propõe a fazer arte. Eu me considero nesse meio aí. Anos luz da genialidade e 99,9% do tempo tentando fugir da mediocridade acachapante que me acomete.

Entre a imensa variedade de artistas que povoam este mundo, destaco aqui dois tipos que me interessam muito. Um é o especialista, aquele obcecado por uma técnica, ou por uma linguagem. A pessoa que dedica sua vida a pesquisar a história, os materiais, os colegas, os meios e que carrega no produto de seu trabalho todo o resultado dessa obsessão. O outro é alguém que se interessa por muitas técnicas, linguagens, formas, conteúdos e áreas. Uma pessoa que pinta, esculpe, toca, dança, canta e atua, por exemplo. Suspeito que este tipo de artista esteja fadado a lidar com a aflição da eterna superficialidade por um motivo muito simples: não há tempo hábil para se aprofundar em tudo. A vida é muito curta.

Todo este preâmbulo para dizer que sou o tipo de artista que abdicou de tentar ser muito bom em algo, para fazer um monte de coisas de forma medíocre. Minha formação é em artes visuais, mas me sustento como músico desde muito jovem. Quis tocar na noite, mas também quis ter um trabalho autoral e tentar a sorte na grande mídia. Toquei em muitas bandas, mas também quis ser artista solo, e sou. Me sustento dando aulas, mas morro de saudades dos palcos. Nas artes visuais, quis desenhar histórias em quadrinhos, mas também quis ser escultor. Sou apaixonado por gravura, mas o que me comove mesmo é a fotografia. Amo desenhar, mas se algum dia eu expuser algo, gostaria que fossem as pinturas que não possuo mais nem o tempo e nem o espaço para desenvolver.

Se por acaso você ainda estiver por aí e não tiver morrido de tédio com este que está mais para um catálogo de loucuras do que uma declaração de artista sinta-se à vontade para explorar o corpo de trabalho de um ser em constante rota de colisão com o mundo, dono de uma história forrada de incongruências, fracassos e algumas conquistas.

SOBRE
ARTES

Artes

Artisticamente sou acima de tudo um oportunista. Seria absurdo me definir como fotógrafo, ou pintor, ou mesmo músico. O que faço é me aproveitar destas linguagens com o intuito de institucionalizar a única coisa que sei fazer com alguma destreza: constatar o óbvio.

 

Mais do que uma forma de expressão, para mim a arte é um antídoto para o vazio dos dias, um processo de cura para os males que habitam a minha alma e acima de tudo a melhor forma de me conectar com o mundo. É o que torna a existência suportável e o ser humano uma possibilidade para além da barbárie.

 

Um canal para toda minha violência e um filtro para nossa sordidez. É o espelho que através dos anos nos reflete do avesso e nos choca com impiedosa precisão. Por fim, se tivermos alguma sorte pode ainda ser uma fresta para se enxergar a vida além da realidade, um desfile apoteótico de absurdos, ou o simples motivo que precisávamos para nunca mais voltar.

 

Sou formado no curso de Licenciatura em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina (FASM 2005). Minha relação com o desenho começou logo cedo e foi muito influenciada pelo universo das histórias em quadrinhos e desenhos animados.

A figura humana sempre foi uma obsessão em meu trabalho visual. Atmosferas sombrias e o alto contraste são elementos recorrentes no estilo que até 2016 possuía toda a pesquisa voltada para o desenho e a pintura.

A fotografia entrou em cena em meados de 2017 para cumprir um papel documental, agregar versatilidade e ampliar as possibilidades estéticas na pesquisa da figura humana através do retrato e da natureza morta.

Perfil Artes Visuais
As Joias da Família
As Joias da Família 01, 50 x 33,33cm, Daniel Codespoti, fotografia, 2020.
As Joias da Família 02, 50 x 33,33cm, Daniel Codespoti, fotografia, 2020.
As Joias da Família 03, 50 x 33,33cm, Daniel Codespoti, fotografia, 2020.

Podemos definir tradição como o ato de transmitir oralmente, por meio da escrita, de imagens, histórias, lendas, ritos, costumes, valores culturais, morais, espirituais de geração em geração. Quanto carregamos do nosso passado? Estaríamos fadados a repetir ciclicamente versões atualizadas e contextualizadas de nossos anteriores? Quais foram às heranças deixadas pelos nossos? Quais itens deste espólio genuinamente nos pertencem? “As Joias da Família” sugerem uma reflexão acerca do universo familiar e suas complexas relações, tradições e idiossincrasias.

    "Acostuma-te à lama que te espera! / O Homem, que, nesta terra miserável, Mora, entre feras, sente inevitável / Necessidade de também ser fera. / Toma um fósforo. Acende teu cigarro! / O beijo, amigo, é a véspera do escarro, / A mão que afaga é a mesma que apedreja. / Se a alguém causa inda pena a tua chaga, / Apedreja essa mão vil que te afaga, / Escarra nessa boca que te beija!"

Versos Íntimos / Augusto dos Anjos 

A Joias da Família
Pessoas da Sala de Jantar
Pessoas Na Sala de Jantar 03
Pessoas Na Sala de Jantar 02
Pessoas Na Sala de Jantar 01

A obra propõe uma reflexão acerca da pauta “costumes” que ocupa grande parte do imaginário e das narrativas de inúmeras lideranças das mais variadas ideologias que ao longo da história foram determinantes para muitas mudanças na sociedade. Faz alusão à música de Caetano Veloso e Gilberto Gil “Panis et Circensis”, gravada em 1968 pelo grupo “Mutantes”, que pode ser interpretada como uma crítica aos valores sociais de uma época na qual transformações aspiradas pelo novo contrapunham-se a um status quo representado pela estagnação, alienação e massificação.

     "Eu quis cantar/Minha canção iluminada de sol/Soltei os panos/Sobre os mastros no ar/Soltei os tigres e leões nos quintais/Mas as pessoas da sala de jantar/São ocupadas em nascer e morrer.

    Mandei fazer/De puro aço luminoso punhal/Para matar o meu amor e matei/Às 5 horas na Avenida Central/Mas as pessoas da sala de jantar/São ocupadas em nascer e morrer.

     Mandei plantar/Folhas de sonho no jardim do solar/As folhas sabem procurar pelo sol/E as raízes, procurar, procurar/Mas as pessoas da sala de jantar/Essas pessoas da sala de jantar/São as pessoas da sala de jantar/Mas as pessoas da sala de jantar/São ocupadas em nascer e morrer."

Panis Et Circenses - Caetano Veloso e Gilberto Gil

Pessoas da Sala de Jantar
Deserto no escuro
Os Estágios do Eu
Os Estágios do Eu 01 - Nó Górdio
Os Estágios do Eu 02 - Boca do Inferno
Os Estágios do Eu 03 - Psicostasia

O que proponho com estes autorretratos são possíveis leituras sobre minha própria psique. A tensão existente entre o ID, o Ego e o Superego se apresenta neste tríptico em três alegorias: Nó Górdio, Porta do Inferno e Psicostasia .

     NÓ GÓRDIO:

A lenda conta que o rei da Frígia morreu sem deixar herdeiros e ao ser consultado, o oráculo anunciou que seu sucessor chegaria à cidade em um carro de bois. Eis que surge a figura de Górdio, um camponês que realizou o que foi previsto pela profecia. Para não se esquecer de seu passado humilde ele amarrou a carroça no templo de Zeus com um enorme nó impossível de desatar. Quando morreu, seu filho Midas assumiu o trono, mas também não possuía herdeiros. Então o oráculo foi ouvido novamente e fez a previsão que quem desatasse o nó de Górdio dominaria não só a Frígia, mas todo o mundo. Quinhentos anos depois, Alexandre, o Grande soube da lenda ao passar pela região, foi até o templo de Zeus e diante do nó concluiu que não precisava desfazê-lo. Desembainhou sua espada e cortou o nó.

     PORTA DO INFERNO:

Identificada em 1971 por engenheiros da ex-União Soviética como um possível local para extração de petróleo, é um campo de gás natural na região do Turcomenistão. Em dado momento da perfuração, o chão sob a plataforma cedeu abrindo uma grande cratera e lançando enormes quantidades de gás metano na atmosfera. Temendo a liberação de mais gases nocivos, os cientistas consideraram que seria mais seguro e barato queimá-los do que extraí-los do subsolo. Desde então, a enorme cratera no meio do deserto de Caracum arde em chamas sem previsão de que o fogo se extinga.

   PSICOSTASIA:

Segundo o Livro dos Mortos, na crença do Egito antigo, Psicostasia é o momento em que o coração de alguém que morreu é julgado por suas ações em vida, diante de um tribunal que constata se a alma é digna do paraíso.

Os Estágios do Eu
Deus Ex Machina

O termo Deus ex machina surgiu no teatro grego, quando muitas peças terminavam com um ser divino que içado por uma espécie de guindaste surgia para resolver impasses no roteiro da trama encenada.

Pode ser que a complexidade do mundo e a fragilidade da existência nos faça almejar por salvadores da pátria e soluções milagrosas para nossos problemas, ou talvez seja apenas preguiça, mesmo. Mas, não seria a tentativa de justificar nossos vícios e virtudes depositando quase tudo na conta de uma suposta natureza humana, também uma solução Deus ex machina?

O quanto de nossas ideologias, métricas com relação ao que entendemos por sucesso e fracasso, com a estética, ou mesmo no que se diz respeito a concepções éticas, morais e religiosas são fetichizadas por soluções que de tão mágicas e simplistas sequer fazem sentido?

Deus Ex Machina 01
Deus Ex Machina 02
Deus Ex Machina 03
Deus Ex Machina
Água Preta
Ensaio Sobre a Impermanência
Ensaio sobre a Impermanência I
Ensaio sobre a Impermanência II
Ensaio sobre a Impermanência III

É na tristeza do findar que encontramos o combustível para nossa força motriz? Não seria o desejo pelo eterno apenas mais um objeto a arder na fogueira das vaidades? Heráclito há séculos já havia afirmado que a única constância é a mudança e mesmo assim tendemos a nos agarrar a esse desejo de permanência.

Motivos vanitas são extensamente abordados por artistas das mais variadas mídias, épocas, credos, etnias e ainda me parecem bastante relevantes, uma vez que lembrar da brevidade da existência e da certeza da morte pode ser uma medida profilática ao culto do eu para uma sociedade em que aparentemente o narcisismo extremo é fachada para inseguranças cada vez mais profundas e complexas.

Ensaio Sobre a Impermanência
O Estado da Alma
O Estado Da Alma - 01
O Estado Da Alma - 02
O Estado da Alma 03

Um olhar sobre a fragilidade da minha fé perante as contingências da vida reveladas pela dura luz da realidade. Os ciclos que organizam a nossa existência, que já exerceram funções imprescindíveis à espécie, hoje estariam reduzidos a ilusão de se ter mais uma chance para fazer diferente, fazer melhor? Ou será que meu engano reside na ideia de que a ilusão do recomeço não possua a mesma importância das questões de outrora.

Somos igualmente regidos por sucessos e fracassos? Como os resultados de nossas decisões impactam em nossas próximas ações? Seria a fricção existente entre as nossas expectativas e a realidade dos fatos o atrito que nos mantém em constante movimento enquanto esperamos o inevitável?

 

 

“O desejo pode nos humilhar de duas formas básicas: negando-nos a realização do mesmo ou, pior, deixando que o realizemos.”

 Arthur Schopenhauer                   

O Estado da Alma

Música

Foto Perfil

Botecos sujos, vida noturna, páginas policiais, boemia, dor de cotovelo e o vazio dos dias são os ingredientes que compõem e formatam meu som que é predominantemente autoral e independente. Sou completamente obcecado por nossa miséria existencial, nossas idiossincrasias e incongruências. 

 

Comecei a estudar música aos doze anos, fiz um ano de violão clássico, um ano e meio de popular e cinco anos de guitarra elétrica. Aos 15, tive meu primeiro contato com o canto em uma banda de colégio e resolvi me aprofundar no assunto passando por diversos conservatórios e professores particulares.  

 

Fui vocalista e fundador das bandas Joker, Pandemonium e Voodoo Trigger. Idealizei junto com Eric Sacchetto um projeto de voz e violão, tive uma breve passagem como vocalista da banda Jambock, fui vocalista e letrista da banda Pandora’s Cabaret e em 2015 gravamos o EP “Cocktails”.  Fiz alguns trabalhos como artista solo: as demos “Casulo” (2004), “Diabo Scatinato” (2010), Outros Moinhos (2013), o EP “Garagem Acústica” (2015) e os álbuns de estúdio "Música Para Ninar Monstros" (2016) e Delirium Tremens (2019). Toquei guitarra em um projeto de Rock n’ Roll com Rodrigo de Sá Andrade e Luiz Raphael Dal Poggetto, fui vocalista das bandas Firewall (Classic Rock), Said Of Sound (Classic rock e música autoral) e All That Blues (clássicos do Blues). Toquei guitarra base e violão nos shows de estreia do álbum "As Irrefreáveis Flores da Vida" de Ricardo Alves (2019).

 

Além de trilhas sonoras para desfiles de moda e palestras, toquei em casas, bares e eventos como: Woodstock Discos, Willi Willie (Bar e Arqueria), Kameron bar, Bar São Tomé, Puro Suco, Adega da Vila, Dinossauros Rockbar, B Music Bar, Café Aurora, Manifesto Rockbar, Sensorial Discos, Na Mata Café, Aldeia dos Ventos, Bar Lua Nova, Quintal Brasil, St.  Johns, The Lord Black, Salvador Dalí, Santa Sede, Dona Mathilde Snooker Bar, Rock e Gol Bar, Espaço Gambalaia, Art In Hostel, Brazileria, Objetivo In Concert (Auditório EM&T), Kabul, Colégio Notre Dame, Santa Clara e Santa Marcelina. Academias de ginástica, vernissage do livro “O Homem Pássaro”, do livro "Liderança Sistêmica", 30 e 40 anos da Feira da Vila Madalena, lojas como Brilha Bela, Conteúdo, Jú Lombardi, entrevista para a Rádio Web Paulistana, no programa "Viva a Voz do Artista" com Regina Papini e para o programa "Na Rede" com Aline Lee - TV Mundi.

    Minhas apresentações revisitam quase duas décadas de carreira em formato acústico. Munido de um travel guitar, abordo meu repertório autoral de forma intimista e descontraída, aproveitando para compartilhar com o público algumas peculiaridades do meu processo criativo e histórias de bastidores. O pocket show ainda conta com versões de grandes clássicos do rock, do blues e do folk

MÚSICA

Delirium Tremens (2019)

Daniel Codespoti

LP Delirium Tremens - Capa

"Delirium Tremens" (2019) é o segundo álbum de estúdio do músico e artista plástico Daniel Codespoti. As guitarras distorcidas e arranjos pesados marcam as músicas deste projeto e fazem um contraponto direto com o som etéreo e viajante do disco anterior, "Música Para Ninar Monstros" (2016).


Assim como nos trabalhos anteriores o artista assina as composições, arranjos, programação das baterias, gravação das guitarras, baixos, vozes, bem como a mixagem e masterização da obra.

Delirium Tremens

Música Para Ninar Monstros (2016)

Daniel Codespoti

LP Música Para Ninar Monstros - Capa

O álbum “Música Para Ninar Monstros” nasceu da necessidade que Daniel Codespoti tinha de registrar suas composições mais introspectivas. Após 15 anos de caminhos tortuosos pelo mercado musical, o artista optou mais uma vez por lançar este material de forma totalmente independente.

 

Escreveu, arranjou, tocou, cantou, programou, mixou e masterizou todas as faixas. A música Umbrais conta com a participação póstuma de seu pai, Arnaldo Codespoti, recitando um poema de sua autoria intitulado “Terceira Idade”. A capa do álbum foi concebida e executada pelas artistas Roberta Uiop, Paula Yida e Brenda Colautti.

Música Para Ninar Monstros

Garagem Acústica (2015) - EP

Daniel Codespoti

EP Garagem Acústica -  Capa

Gravado de forma completamente independente, este EP traz versões acústicas e embrionárias do repertório que integra o "Música para Ninar Monstros" (2016) e o "Delirium Tremens" (2019). É um pretensioso holofote sobre os malditos. O clima "noir" das noites de boemia desmedida revela um universo regido por vícios, fraquezas, incoerências e questões existenciais. 

 

O EP está disponível nas principais plataformas de streaming  (Spotify, Deezer, ITunes, Napster, etc..) e ainda pode ser baixado na loja virtual da Cdbaby.

Garagem Acústica

Cocktails (2015)

Pandora's Cabaret

EP Cocktails - Capa

Álbum de Rock N’ Roll fortemente influenciado pelo  Blues,  mantém o tradicional clima "noir" das noites boêmias em cabarés, bares e casas noturnas. 

 

Produzido,  captado   e mixado  por  Amleto  Barboni (Blues  Etílicos, Titãs, Fernando Anitelli, Fafá de Belém, Andreas Kisser, etc...), conta ainda com o piano e teclado de Adriano Grineberg.

 

O álbum está disponível nas principais plataformas de streaming  (Spotify, Deezer, ITunes, Napster, etc..) e ainda pode ser baixado na loja virtual da Cdbaby.

Vocal: Daniel Codespoti

Guitarras: Ruben Salas

Baixo: Thales Rocco 

Bateria: Freddy Pereira

Teclado/Piano: Adriano Grineberg

Produção: Amleto  Barboni

Cocktails
AULAS
Metal preto
Foto de capa do portal Daniel Codespoti

O Curso Livre de Musicalização tem como objetivo fazer com que o aluno se aproprie dos elementos fundamentais da música através  do cantar e tocar. Teoria e prática andam de mãos dadas para que se possa vivenciar essa linguagem tão rica em possibilidades de forma plena.

Voltado para todas as idades a partir do Ensino Médio, é tanto uma forma de recapitular o que foi ensinado nas séries iniciais, quanto uma continuação na formação musical do aluno. Através da leitura, percepção, composição, apreciação musical e muitas outras ferramentas, o adolescente e o adulto  são convidados a mergulhar no universo musical podendo escolher entre três instrumentos: o violão, o ukulele e a voz.

O curso não tem um tempo fixo de duração, mas está estruturado para que ao final de um ano letivo, desde que o aluno tenha o comprometimento necessário, adquira autonomia total em seu instrumento de preferência. Em nível básico, saberá fazer a manutenção fundamental como: limpar, trocar as cordas e afinar o instrumento. Conseguirá ler, entender e escrever em diferentes formas de notação musical, além de tirar músicas, tocar e ou cantar com mais pessoas, compor, fazer arranjos, etc... 

Sou apaixonado por arte desde a mais tenra infância e lecionar veio de forma muito natural junto com o aprender. Comecei a dar aulas particulares de violão e guitarra aos dezoito anos. A formação em Licenciatura em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina (FASM) em 2005, trouxe a multidisciplinaridade para minha prática pedagógica.

Fui estagiário e assistente de artes no Colégio Pentágono (2004) e lecionei Artes Visuais para crianças de três até seis anos na Creche São Geraldo (2005). Fui professor de musicalização e Orientação Educacional para alunos do Ensino Fundamental II na Escola Cidade Jardim – PlayPen de 2011 até 2015.

PLANO MENSAL:

Aulas presenciais e online de violão, ukulele e canto  

- Preço: R$ 400,00 por mês.

- As aulas acontecem uma vez por semana e tem duração de 50 minutos.

- Não há taxa de matrícula.

- Materiais didáticos inclusos no preço.

- Plantão de dúvidas via whatsapp. 

- A mensalidade possui um valor fixo independente da quantidade de semanas no mês.

- É imprescindível que o aluno tenha uma data e um horário fixo na grade de horários.

- Este plano não possui reposição de aulas caso o aluno/aluna precise faltar, ou remarcar.

- As aulas de música são ministradas presencialmente em uma sala de aula adequada para o aprendizado musical localizada a 350 metros do metrô Santa Cruz, ou online se for da preferência do aluno/aluna.

- O professor é responsável por repor todas as aulas que precisar desmarcar.

- As aulas que caírem em feriados oficiais nacionais, estaduais e municipais não possuem reposição.

- O curso possui um único recesso oficial entre os dias 20 de dezembro e 10 de janeiro.

- Períodos de férias e viagens com duração de até 1 mês devem ser avisados com pelo menos 1 semana de antecedência para que seus dias e horários sejam garantidos no período de ausência até a data de retorno.

- As cobranças são efetuadas por meio de boleto bancário, ou Pix.

Fitas cassete
Otavio

Otavio

O Daniel é um cara inteligente e focado, nesses quase dois anos em que trabalhamos juntos é bem nítido o meu desenvolvimento no campo em que escolhi com ele estudar, mas além disso sinto também uma evolução como ser humano, sem exageros.

Nossas conversas são sempre muito esclarecedoras, quando não sabe algo ele tem a humildade de assumir, seguido da preocupação de pesquisar, para que numa próxima aula/encontro aquele assunto anterior venha deixar de ser uma dúvida e passamos para a etapa seguinte.

No seu estúdio onde frequentemente nós alunos nos esbarramos, seja na chegada de um e saída do outro, é comum extrapolarmos o tempo, entre diversos assuntos.
Falo de alguém que parte do sentido de humanidade e generosidade para construir sua rede e transformar mesmo que minimamente a sua volta.

CONTATO

Obrigado pela visita! Se deseja contratar meus shows, ou saber mais informações do meu trabalho plástico, sobre as aulas, ou se ainda se interessou por alguma das obras e gostaria de adquiri-la, favor entrar em contato pelo e-mail: danielcodespoti.com, ou pelo whatsapp: +55 (11) 999 789 904.   

Obrigado!

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